27/09/2010

c i r c u n s p e t o


te quero
s
em que
n i n
g u é m
v
eja


e mesmo
q u e
algm visse,
duvido que
c
onseguisse
t
raduzir a
e s q
u i s i s t i s s e
deste
amor
que lampeja
e
arde...
(
s e m a l a r d e s)


discreto,
d e s t i l a d o
no
a z u l

da tarde.


8 comentários:

Anna K. Lacerda disse...

Sempre um (im)PULSO ao ler a Nanda. Sempre AZUL nessas tardes sem chuva.
* que assim seja.

Raíssa Abreu disse...

Tô sentindo uma paixão platônica aí... Esse é o meu território. Adoro um amor bem escondidinho no fundo do estômago.

fernanda barreto disse...

ah se meu estômago falasse...
hahaha
mas sempre é bom lembrar que o poeta é, também, um fingidor.
=)
beijos moças!

Léo Tavares disse...

destilado no azul da tarde é um curaçao blue.
vc está bêbada de curaçao blue e poesia.
eu diria: coração blues.
^^

Raíssa Abreu disse...

Tavares,
Já disse que te amo?

fernanda barreto disse...

ui. ui. ui.
adoro webdeclarações de amor.
sim. corações blues.
hahahaha
beijos, minha gente.

Anna K. Lacerda disse...

Nanda, Raíssa e Léo poetizando a vida... Esse Nexo é uma diliça!

* a ficção do poeta torna-se verdade nas pupilas alheias. essa poesia da menina barreto eu já conhecia... e ela finge que finge que finge...

Fabi disse...

ai ai ai ai ai Nandinha, quantos suspiros teu poema me rendeu. Amei.