29/10/2008

O cão do álcool
Revela-se no latido da tampinha se abrindo
Como se fosse rosa no crepúsculo...
Fora isso, cuidado, amigo, esvai-se a poesia
E qualquer dose do romantismo mais piegas
E um mico gruda-se ao teu pescoço
Como numa tela em preto e branco
King Kong, já débil, salta de um arranha-céu...

Adeilton Lima

5 comentários:

Anônimo disse...

E vai cair onde?

mene

Teatro em transe disse...

Tá bêbado?

Anônimo disse...

hahahahaha

Anônimo disse...

O king Kong?

mene

fernanda barreto disse...

poemas de ressaca moral
;)