21/07/2008

Uma fisgada no alto da cabeça
Dia qualquer sem aviso
O espelho às gargalhadas
A lâmina cega de um machado rasgando a pele
A dor que vem d’algum útero
Agora um rio seco feito trincheira
O desenho do caos perfurando o couro
Tatuando os anos

Ei-la pronta, invasora e soberba!
A ruga.

Adeilton Iima

7 comentários:

BicMargarida disse...

25 aninhos....

Fabi disse...

Muito legal Adeilton!
Adoro o humor das tuas poesias.
Feliz aniversário!

mateus trabelo disse...

Duca!

Léo Tavares disse...

É poderoso e trabalha o tema de forma precisa, concisa e de modo algum piegas. Acho sensacional quando algumas linhas dizem muito mais do que o que está sintetizado nelas, e trazem tantas imagens que se pode reler e reler e reler e ainda encontrar novas.
Muito bom.

Léo Tavares disse...

É poderoso e trabalha o tema de forma precisa, concisa e de modo algum piegas. Acho sensacional quando algumas linhas dizem muito mais do que o que está sintetizado nelas, e trazem tantas imagens que se pode reler e reler e reler e ainda encontrar novas.
Muito bom.

Teatro em transe disse...

Moçada! Obrigadão!!!
Espero vocês no sábado!
Colina - E - 402 - 19h
9239 9644

Ciro disse...

Só mesmo o adeílton pra botar mais humor nestes poetas de trevas que perambulam por aqui..hehehe... sensacional!